Comissões de apoio técnico

Presidente da comissão: Dr. António Fernando Braga da Cunha

Dra. Carla Maria Reis Fraga Andrade

Dra. Maria Alexandra Ferreira Ribeiro Castro Antunes

Dra. Maria João Sousa Correia

Dra. Sónia Alexandra Ramos Dias Teixeira

Enfermeira-chefe Paula Alexandra Nascimento Magalhães Guimarães

Enfermeira-chefe Luísa Manuela Baptista Teixeira Silva

Grupo Coordenador da Comissão de Qualidade e Segurança (CQS):

Presidente da Comissão – Dra. Diana Pereira

Secretários

  • Dr. César Pablo Alvarez Ovalle
  • Enf.º António Borges

Membros da CQS:

  • Enfermeira-chefe Elsa Pinto
  • Dr. Jorge Alves
  • Dra. Lindora Pires
  • Dra. Cláudia Leitão
  • TDT Luís Carlos Ramalho
  • Dr. Ricardo Gouveia
  • Eng.ª Luciana Guimarães
  • Enf.ª Alexandrina Lino
  • Enf.ª Elisabete Pereira
  • Enf.ª Maria Praça
  • Vasco Ribeiro
  • Dr. Pedro Martins
  • Dra. Maria João Correia
  • Dra. Rita Veiga Ferraz
  • Dra. Catarina Sousa
  • António José Dias
  • TSDT Mário Pires
  • Eng.º Agostinho Barbosa

Email: cqs@chts.min-saude.pt

 

Missão

  • Contribuir para que todo o agir institucional e profissional se ordene pelo respeito incondicional à dignidade humana;
  • Marcar esse agir com a força identificadora do humanismo personalista / holístico;
  • Catalisar potencialidades e convergências que façam da Humanização uma inspiração permanente e desejada para a modulação efetiva dos comportamentos individuais e das opções institucionais.

Competências

  • Suportar e coordenar o processo e atividades de humanização do CHTS;
  • Proceder à reflexão sobre os objetivos estratégicos a traçar no domínio da humanização;
  • Analisar e inventariar a situação do Hospital em matéria de humanização;
  • Formular propostas de ação ou adoção de medidas, promovendo a sua execução;
  • Pronunciar-se sobre propostas ou planos elaborados por qualquer Serviço do Hospital que tenha incidências no plano da Humanização;
  • Apoiar em todos os Serviços do Hospital projetos específicos de humanização;
  • Estimular a participação da comunidade e de entidades da sociedade civil nas ações de humanização;
  • Contribuir para a melhoria das condições de receção, acolhimento, informação e apoio a utentes e acompanhantes;
  • Promover a articulação de esforços entre os intervenientes nas áreas de qualidade e humanização, sem colidir com a eventual dependência hierárquica dos diversos grupos em relação ao Conselho de Administração ou outros órgãos.

Coordenadora da Gestão de Risco: Eng.ª Luciana Guimarães

Membros efetivos da Gestão de Risco Clínico

  • Dr. Francisco Pereira Silva;
  • Dr.ª Filipa Carneiro;
  • Dr. Ricardo Gouveia;
  • Enf.º Supervisor José Mendes;
  • Enf.ª Elisabete Pereira.

Membros efetivos da Gestão de Risco não Clínico

  • Tec. Vasco Ribeiro;
  • Dr. Pedro Martins.

Membros consultivos da Gestão de Risco

  • D. Rosa Rocha;
  • Dr. Bruno Cunha;
  • Enfermeira-chefe Carla Barros;
  • Eng.º Tiago Rodrigues
  • Enf.ª Alexandrina Lino.

 

Presidente/Coordenadora: Dr.ª Ana Rita Veiga Ferraz

Membros efetivos:

  • Enf.ª Alexandrina Lino
  • Dr. ª Maria José Fernandes
  • Enf.ª Andrea Dias
  • Dr. Luís Castro Neves
  • Dr.ª Joana Rodrigues
  • Dr.ª Maria do Céu Póvoa
  • Enf.º Filipe Sousa Pinto
  • Dr.ª Paula Costa
  • Dr.ª Carla Pereira

Membros consultivos:

  • Mário Pires (TSDT)
  • José Carlos Lopes (AO)
  • Enfermeiro-chefe Luciano Monteiro
  • Enf.ª Elisabete Pereira (Gestão Risco Clínico)
  • Vasco Ribeiro (SIE)
  • Dr. Bruno Cunha (Aprovisionamento)
  • Enf.ª Carla Barros (Esterilização)
  • Tiago Rodrigues (Segurança no Trabalho)
  • Pedro Martins (Gestão de Risco não Clínico)

Email: gclppcira@chts.min-saude.pt

Comissão de Farmácia e Terapêutica

 

A Comissão de Farmácia e Terapêutica (CFT) do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa EPE rege-se pelo disposto no Despacho n.º 2325/2017 de 2 de março de 2017, publicado no Diário da República n.º 55/2017, Série II de 17 de março de 2017.

A CFT é composta por 3 médicos e 3 farmacêuticos, nomeados por um período de três anos pelo Conselho de Administração deste centro hospitalar.

Em conformidade com a legislação em vigor, a missão da CFT é propor orientações terapêuticas e a utilização mais eficiente dos medicamentos, apoiada sempre em bases sólidas de farmacologia clínica e na evidência de custo-efetividade disponível, monitorizando a prescrição dos medicamentos, a sua utilização e garantindo a equidade no acesso à terapêutica a todos os utentes da instituição, internos e externos.

As suas principais competências são:

  • Atuar como órgão de ligação entre os serviços de ação médica e os serviços farmacêuticos;
  • Selecionar, entre as alternativas terapêuticas previstas no Formulário Nacional de Medicamentos (FNM), aquelas que estarão disponíveis na instituição;
  • Diligenciar a promoção de estratégias efetivas na utilização racional do medicamento;
  • Implementar e monitorizar o cumprimento dos critérios de utilização de medicamentos emitidos pela Comissão Nacional de Farmácia e Terapêutica (CNFT) e dos protocolos de utilização em vigor na entidade hospitalar, de acordo com os critérios e condições de utilização dos medicamentos aí previstos;
  • Pronunciar-se sobre a adequação da terapêutica prescrita aos doentes, quando solicitado pelo seu presidente e sem quebra das normas deontológicas;
  • Monitorizar os dados resultantes da utilização de medicamentos e outras tecnologias de saúde no contexto do SNS;
  • Representar a instituição na articulação com a CNFT;
  • Analisar com cada serviço hospitalar os custos da terapêutica que lhe são imputados, auditando periodicamente e identificando desvios na utilização dos medicamentos;
  • Monitorizar a prescrição interna de medicamentos e de meios complementares de diagnóstico e terapêutica em articulação com o Monitor da Prescrição Médica;
  • Cumprir as obrigações decorrentes do Despacho n.º 13382/2012, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 198, de 2 de outubro de 2012, nomeadamente no que se refere ao envio regular de informação sobre a prescrição e sobre a dispensa de medicamentos pela unidade hospitalar;
  • Colaborar com o Sistema Nacional de Farmacovigilância;
  • Articular com as diferentes Comissões com responsabilidades no âmbito do medicamento, nomeadamente com a CCIRA, estabelecendo mecanismos de monitorização e utilização racional de antimicrobianos dentro dos objetivos e competências da mesma.
  • Propor o que tiver por conveniente dentro das matérias da sua competência.

Composição da Comissão

Dra. Mari Mesquita (Presidente)
Dra. Fernanda Costa
Dr. António Caiado
Dr. Pedro Soares
Dra. Sónia Teixeira
Dra. Ana Rute Brilhante

Declarações de Inexistência de Incompatibilidades da Comissão de Farmácia e Terapêutica

Email: cft@chts.min-saude.pt